Inútil Paisagem

(Antônio Carlos Jobim, Aloísio de Oliveira)

Mas, pra que
Pra que tanto céu
pra que tanto mar, pra que
de que serve esta onda que quebra
e o vento da tarde
de que serve a tarde
inútil paisagem

Pode ser que não venhas mais
que não venhas nunca mais
de que servem as flores que nascem
pelos caminhos
se o meu caminho
sozinho, é nada
é nada
é nada